MULHER NEGRA, FEMINISMO E LUTA DE CLASSES

“Serviço de pret@”, “Da cor do pecado”, “Não sou tuas negas”. São essas algumas das expressões que permeiam o imaginário comum de uma sociedade que “aboliu” tardiamente a escravidão. Somos privados de nossa cultura, identidade, cor, sexualidade. Ser mulher em uma sociedade machista/patriarcal, ser negra em uma sociedade racista que ainda mantêm valores escravocratas, ser trabalhadora em uma sociedade capitalista.

Um abraço Latinoamericano[1]

Nós, do Espaço Cultural Mané Garrincha, acreditamos na unidade latinoamericana, cremos que punho a punho, de México à Chile, se unirão na luta contra o Imperialismo e o capitalismo que tanto assola nossa América. Em Argentina conhecemos organizações de base, assim como os movimentos culturais e “barriais”, trabalhos realizados nos bairros periféricos, com musica, dança e arte. A “classe obrera” tem muito a dizer e muita ânsia por lutar e melhorar suas condições de vida, isso em qualquer parte do mundo.

NOSSOS PRINCÍPIOS

Os princípios expressam aquilo que há de mais belo e profundo na luta de um revolucionário (a). Ora, se a história fez da divisão natural de gênero, uma divisão social, liquidemos essa última, pois ela poderá ser alterada, já que é produto nosso. Produto que se revelou danoso para toda a espécie de nossos dias.…